Na figura marcante, humilde de trabalhador, eis o José, aquele que Deus escolheu pra ser Pai do seu Filho aqui na terra. Certamente não foi a toa. Jesus também precisava de um pai. Assim somos nós, que a exemplo da sagrada família, nascemos dentro de uma família onde o Pai exerce um papel preponderante na vida daquela criança para sempre. Em nosso batismo é o Pai quem orgulhoso apresenta seu filho à comunidade, e se compromete a educá-lo nos princípios religiosos.
Crescemos e aquele pai, que sai cedinho para o trabalho, e retorna a noite cansado, às vezes deprimido com um dia tumultuado, ainda encontra tempo para um afago no filho pequeno que reclama pelo seu carinho. Lembro-me dessa hora do meu Pai. Pequeno em estatura, grande, como homem e como Pai. À tarde eu pequena ainda corria ao seu encontro quando ouvia ao longe o tilintar do seu chaveiro que guardo até hoje. Era ele que quando ficávamos doentes quem sentava a beira de nossa cama, a nos contar estórias. Como era bom ficar doente! Crescemos, e a figura do Pai, se torna ainda mais importante. Pai é para sempre! O tempo passa inexoravelmente! A vida é um recomeçar constante. E de repente aquele que ontem era filho, se torna Pai! E são grandes as alegrias e os preparativos. Aquele menino de ontem se torna a pessoa mais feliz do mundo! E não é pra menos, pois a responsabilidade de uma nova vida é muito grande. É nessa hora que os pais se tornam José. É nessa hora que aquele filho pequenino chamado Fabiano se irradia de contentamento porque vai fazer parte do plano da criação. Nossa alegria não poderia ser menor. Juntemo-nos a todos os pais do mundo, para celebrar a vida, essa nova vida que há de vir como uma flor a desabrochar no jardim da família que lhe foi preparada.
Parabéns Fabiano! Seja o José na vida do seu filho! Que Deus lhes abençoe!
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Decolores!