Um fato pra se pensar. Num lugar bem longe daqui, numa região montanhosa e árida, feita de imensos paredões de pedras, onde a natureza se destaca através das florestas e animais nativos sem dar condições para o desenvolvimento de qualquer tipo de cultivo da terra. A agropecuária também é prejudicada devido à região muito montanhosa e íngreme. Assim mesmo encontram-se lá pessoas que sobrevivem sem o mínimo que se precisa para um ser humano ser mais ou menos digno. Porque estão lá? Desconheço. O que constatei é que vivem com muita pobreza em todos os sentidos. As poucas crianças que freqüentam a escola cortam a mata a cavalo até uma cidadezinha próxima. Não existe posto de saúde, tampouco hospitais ou qualquer coisa a mais que suavize a vida dessas pessoas.
Nota-se também certo comodismo que aliado a falta de cultura, leva o individuo para aqueles botequinhos de beira de estrada, e na falta de tudo, se embebedam e o curso da vida continua...
Nesse panorama um dia me encontrei. Precisava desenvolver um estudo de sociologia. Fiquei assustada. O que dizer? Que tema defender? Tudo tão precário e ao mesmo tempo tão natural que fiquei completamente perdida e confusa com meus pensamentos. Não sabia realmente o que fazer. Adormeci. Acordei bem cedo pensando em desistir do trabalho.Ouvi vozes na minha janela. Era domingo. As pessoas estavam se juntando e se dirigiam em direção à mata num local de muitas pedras e grutas. Resolvi seguir com eles. Tomaram um caminho estreito, muito úmido e escorregadio. A caminhada levou mais ou menos uma hora. Chegaram através de uma ponte feita de um tronco só de arvore, a uma gruta imensa, escura, com águas que brotavam de todos os lados das pedras. De repente aquele povo cômodo, desmotivado e sofrido, foi se aquietando, dobrava seus joelhos, acendiam velas, e ali ficaram numa atitude de silêncio e prece. Eu não entendia o que estava acontecendo. Fui pedindo licença, e entre escorregões e tropeços alcançaram a entrada da gruta. Fiquei perplexa! Lá estava, uma pequenina imagem de N. S. Aparecida, já completamente desgastada pelo tempo e pelo clima do local. A imagem pequenina da Mãe estava lá, acolhendo a todos, confortando os corações, naquele mundo tão diferente e tão distante do que estamos acostumados a ver. Era como um sinal de que a Mãe estava lá! Nesse momento a Fé, supria todas as necessidades. Aquele lugar escuro e frio, de repente se tornou aconchegante, gostoso.Certamente o Amor estava no ar. A Mãe estava lá! Deu para ouvir a voz do silêncio. Deu pra sentir o fogo que pode brotar do amor de Deus através de Maria, e entender que não há mundo diferente, nem pessoas, nem raças ou cor. Somos todos iguais. Fomos gerados de um mesmo espírito, e temos uma Mãe que nos ampara, e isso basta. Fiz meu trabalho!
Nesse panorama um dia me encontrei. Precisava desenvolver um estudo de sociologia. Fiquei assustada. O que dizer? Que tema defender? Tudo tão precário e ao mesmo tempo tão natural que fiquei completamente perdida e confusa com meus pensamentos. Não sabia realmente o que fazer. Adormeci. Acordei bem cedo pensando em desistir do trabalho.Ouvi vozes na minha janela. Era domingo. As pessoas estavam se juntando e se dirigiam em direção à mata num local de muitas pedras e grutas. Resolvi seguir com eles. Tomaram um caminho estreito, muito úmido e escorregadio. A caminhada levou mais ou menos uma hora. Chegaram através de uma ponte feita de um tronco só de arvore, a uma gruta imensa, escura, com águas que brotavam de todos os lados das pedras. De repente aquele povo cômodo, desmotivado e sofrido, foi se aquietando, dobrava seus joelhos, acendiam velas, e ali ficaram numa atitude de silêncio e prece. Eu não entendia o que estava acontecendo. Fui pedindo licença, e entre escorregões e tropeços alcançaram a entrada da gruta. Fiquei perplexa! Lá estava, uma pequenina imagem de N. S. Aparecida, já completamente desgastada pelo tempo e pelo clima do local. A imagem pequenina da Mãe estava lá, acolhendo a todos, confortando os corações, naquele mundo tão diferente e tão distante do que estamos acostumados a ver. Era como um sinal de que a Mãe estava lá! Nesse momento a Fé, supria todas as necessidades. Aquele lugar escuro e frio, de repente se tornou aconchegante, gostoso.Certamente o Amor estava no ar. A Mãe estava lá! Deu para ouvir a voz do silêncio. Deu pra sentir o fogo que pode brotar do amor de Deus através de Maria, e entender que não há mundo diferente, nem pessoas, nem raças ou cor. Somos todos iguais. Fomos gerados de um mesmo espírito, e temos uma Mãe que nos ampara, e isso basta. Fiz meu trabalho!
Bene Parabéns pela composição da história a Fé conformta a todos.
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